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Em tempos de arboviroses, como conduzir meu paciente coronariano com plaquetopenia?

02/05/2016 21:30 - Dr. Carlos Frederico

Tem sido um cenário relativamente comum o dilema da plaquetopenia induzida por arboviroses nos nossos pacientes coronarianos, notadamente o dengue. Outro agravante é sabermos que não existem evidências científicas suficientes que determinem uma forma correta de abordagem destes pacientes, seja na fase aguda ( como após poucos meses de colocação de stent ), seja no paciente crônico, ambulatorial. Desta forma , a maioria das condutas são baseadas em opiniões de especialistas, resumidas nos diagramas a seguir:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

De forma resumida, há uma tendência para manutenção da terapêutica vigente nos casos em que a contagem plaquetária está acima de 50000, e suspensão de toda a terapêutica  antiplaquetária ou anticoagulante quando a contagem plaquetária estiver abaixo de 30000. Nos casos intermediários, entre 30000 a 50000, sendo o paciente agudo ou de implante de stent ou CRM recentes, fazer a dupla antiagregação plaquetária, preferencialmente com o clopidogrel.

O Dr.Carlos Frederico  ministra o Curso de Emergências Oncológicas do Portal Área do Médico

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Dr. Carlos Frederico

CARDIOLOGIA

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